Para a viagem

Turismo de pegada leve

Como curtir a vila sem machucar o que faz dela um lugar especial.

A Praia do Forte vive de recife, tartaruga, baleia, mata e de uma vila pequena que recebe muita gente. Tudo isso é frágil, e quase todo estrago vem de gestos pequenos repetidos milhares de vezes. Turismo de pegada leve não é sacrifício: é saber o que fazer com as mãos, os pés e o lixo.

Na água e no recife

  • Entre nas piscinas pela areia e não pise nem se apoie nos recifes: eles são vivos e levam décadas para crescer.
  • Não alimente peixes nem toque em tartarugas, ouriços ou estrelas-do-mar.
  • Prefira protetor solar que não agrida o recife, ou camiseta de proteção UV.
  • No barco das baleias, a distância mínima de 100 metros é regra, não gentileza.

Na areia, à noite

De setembro a março é temporada de desova. Ninhos sinalizados pelo Tamar não se mexem; à noite, nada de lanterna, flash ou fogueira na praia, e cadeiras e barracas não ficam na areia. A luz desorienta os filhotes, que nascem e correm para o lado mais claro, que deveria ser o mar.

Na vila

  • Recolha seu lixo (inclusive bituca e tampinha) e recuse sacola e canudo.
  • Compre de quem produz: artesanato, comida de tabuleiro, peixe dos pescadores.
  • Respeite barcos, redes e o trabalho de quem vive da pesca.
  • Economize água: a vila cresce mais rápido que a infraestrutura.

Mais em Praia do Forte com crianças e no guia das tartarugas.

Dica de quem conhece

Faça o compromisso Pegada Leve no Clube e ganhe conchas de boas-vindas.

Localização: abrir no mapa.

Turismo de pegada leve
Foto: Lívia Buhring · CC BY-SA 3.0 · Wikimedia Commons

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  • Como chegar: Cerca de 80 km do centro de Salvador e 60 km do aeroporto, pela BA-099.